É…muitos brasileiros (ou brasileños) podem estar “torcendo” para que esta notícia seja verdadeira.
Eu sou diferente!
Apesar de não gostar nenhum pouco da arrogância do Diego Armando Maradona, eu não quero a morte dele, pois não desejo a morte de ninguém! Sou do bem, apesar de não parecer!!
Mas Maradona é odiado no Brasil inteiro, então deve haver muitas pessoas pensando na morte do Maradona.
Ele está em estado grave, por causa da bebiba, drogas e tudo mais.
Eu só não entendo uma coisa: como um país pode ter um bêbado e drogado como seu maior ídolo?
Por favor argentinos, me respondam!
E brasileiros que chegaram até aqui, por favor, me digam o que vocês acham sobre a possível morte de Diego Maradona!




Maradona morrer ou não, não fede e nem cheira…
Por quê a vida de um viciado me interessaria? Fazendo-nos valer da matemática, achemos a diferença entre o gol de mão em copa do mundo e o nariz empinado do seu autor, ficaria saldo positivo de legado para o mundo? Bom… verdade seja dita: aquele gol memorável em que saiu do meio de campo driblando meio time realmente é nostálgico; será? Afinal, há pouco, outro azulzinho desbotado repetiu o feito; melhor então que eu fique com este na memória; não faz parte dos meus planos venerar um drogadito, tampouco um que chegou a cogitar a idéia de se comparar a Pelé jogando muito, mas muito menos futebol, assim como não há comparação entre estes seres humanos; haja paciência! Se é que o Vaporeto pode ser classificado como um…
Usted es un brasileño Puto.
El Díos Maradona no es arogante, y si lo mejor y maior ídolo do fútbol mundial.
? quen es pelé.
para nosotros es más un mediocre y decadeinte brasileño.
Argentina es la gran Europa de America
brasil es la gran Etiopia de America.
iso es la gran diferencia.
Más una: guarden sus mejres para nosotros.
Acá sabeimso qen las chicas brasileñas no poden ver un argentino que logo abren las P…..
caros brazucas, guarden sus chicas, si en brasil no tien hombre para satisfazer sus mujeres. nosotros hacemos con mucho prazer.
perdó por mi pesimo portuñol y sinceridad.
sakudo
esteban crustille
cordoba